Era uma atípica noite de verão. O ar estava bastante húmido, quente e a trovoada via-se no horizonte.
Com o calor, as hormonas não descansam e aquele dia não iria ser diferente. Cansados de estar sentados e por meio de olhares travessos, decidimos ir dar uma volta.
Estava com uma saia curta, que o deixa completamente rendido e a aproveitar-me desse facto comecei a picá-lo com brincadeiras que passaram a apalpões e por fim beijos intensos e sem fôlego. A tensão começa a subir e sempre que passávamos por um local mais escuro e quieto, era encostada à parede, o corpo dele contra o meu, aos mãos a percorrerem o rabo, as mamas, aqueles beijos no pescoço…. Acabamos por ir para uma estrada deserta com algumas casas à volta, com um muro pequeno a servir de suporte.
Ele puxa-me contra ele e começa a beijar-me o pescoço e vai descendo para as mamas, enquanto as mãos masturbam-me sem hesitação. Começo a beijá-lo e a gemer silenciosamente de prazer, não consigo aguentar mais e faço-lhe oral prazerosamente. Depois de uma boa dose de oral, ele vira-me, puxa a saia para cima e pede-me para tirar as cuecas e penetra-me. Os gemidos começam a ser mais altos e ele põe-me a mão na boa para ser mais silenciosa porque existiam casas à volta. A tensão só aumenta e entre brincadeiras e provocações, passa para anal apenas com o lubrificante do preservativo para ajudar. Logo de início um ritmo acelerado, o prazer expressado nas caras envolvidas em suor…
Continuamos naquele ritmo até cada um de nós se vir.
A trovoada continuou e era a luz que dava para ver as nossas expressões numa rua deserta e escura .
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